• Postado por Eliene no 03/06/2024 a 15:33

    Considerando o que é ‘Educação’ enquanto processo instrucional transformador das pessoas e, particularmente a conceituação e definição da ‘Educação Cristã’ e, ainda, o que são as metodologias ativas de aprendizagem, com as quais é possível construir um processo instrucional que pode ser denominado ‘Educação Cristã ativa’, observando os modelos de ações denomninados ‘estratégias de metodologias ativas de aprendizagem’, faça uma avaliação do modelo de educação cristã adotado em sua igreja local e, então, diga:

    – Possível aplicar as estratégias de metodologias ativas de aprendizagem no contexto da educação cristã de sua igreja local? Se a respota é positiva, quais seriam as melhores estratégias? Se negativa, porque tais modelos não são viáveis em sua igreja local?

    Flávio Nei de Araujo respondeu: 4 days , 2 hours Há 22 Membros · 21 Respostas
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  • Kalley

    Member
    04/06/2024 a 20:32

    É Possível aplicar as estratégias de metodologias ativas de aprendizagem no contexto da educação cristã de sua igreja local? Se a resposta é positiva, quais seriam as melhores estratégias? Se negativa, porque tais modelos não são viáveis em sua igreja local?

    Entende-se que as metodologias ativas são estratégias de ensino que têm por objetivo incentivar os estudantes a aprenderem de forma autônoma e participativa, por meio de problemas e situações reais, realizando tarefas que os estimulem a pensar além, a terem iniciativa, a debaterem, tornando-se responsáveis pela construção de conhecimento.

    Neste modelo de ensino, o professor torna-se coadjuvante nos processos de ensino e aprendizagem, permitindo aos estudantes o protagonismo de seu aprendizado.

    Ao contrário dos métodos tradicionais de ensino, nos quais o professor é o principal transmissor de conhecimento, as metodologias ativas envolvem os alunos como protagonistas de seu próprio aprendizado.

    Como Educador secular e Educador Cristão, vejo sim, a possibilidade de se utilizar as metodologias ativas em minha igreja. Aliás, já a utilizamos em nossa Escola Bíblica Dominical (EBD), principalmente, nas classe de jovens e adolescentes. Nas classes de adultos ainda estamos em formação.

    A aplicação de metodologias ativas se bem aplicadas na igreja, principalmente na EBD pode tornar o ensino da Bíblia mais envolvente, participativo e eficaz.

    Um exemplo clássico é Sala de Aula Invertida:

    • Peça aos alunos que estudem previamente um texto ou história bíblica em casa.
    • Na aula da EBD, promova discussões em grupo, debates, análises críticas e respostas a perguntas específicas.
    • O professor atua como facilitador e guia, auxiliando os alunos na compreensão e aplicação do conhecimento.

    Outro exemplo: Aprendizagem Cooperativa –

    • Organize os alunos em pequenos grupos e atribua a cada grupo uma passagem bíblica para estudar.
    • Cada grupo é responsável por resumir, interpretar e apresentar sua passagem à classe.
    • Promova a colaboração e a discussão entre os grupos, incentivando a troca de ideias e a construção coletiva do entendimento.

    Enfim, temos muitos outros modelos de metodologias ativas. Cabe cada igreja buscar conhecê-las e contar com profissionais da área de educação e com líderes e pastores, com conhecimento teológico, pois isso conta em muito, e assim dinamizar e tornar o ensino da Palavra de Deus mais prazeroso, atrativo e vibrante.

  • Filipe

    Member
    04/06/2024 a 21:35

    – Possível aplicar as estratégias de metodologias ativas de aprendizagem no contexto da educação cristã de sua igreja local?

    Considerando a grandeza da dissertação de Mestrado do nosso eminente professor Héber Machado e a riqueza de conteúdo acadêmico, posso afirmar que as estratégias de metodologias ativas de aprendizagem no contexto da educação cristã podem ser sim aplicadas no contexto da minha igreja por todos os fundamentos já lançados no presente trabalho.

    Se a resposta é positiva, quais seriam as melhores estratégias?

    Considerando as características da minha comunidade de fé, entendo que além das estratégias já utilizadas, como aulas expositivas dialogadas, estudo de textos e estudo dirigido, outros métodos podem ser incluídos na educação cristã, como seminários e simpósios, uma vez que a ideia é ativar tanto no professor, mas também nos alunos a capacidade de desenvolvimento no ensino e na aprendizagem. A inovação é muito importante, pois ela aumenta a capacidade de ensino e principalmente a de aprendizagem. A participação ativa do aluno nesse sistema e formas de educação sem duvidas otimiza o processo, trazendo evolução e principalmente interesse de ambas as partes envolvidas nesse processo educacional ativo.

  • Domingos Savio

    Member
    05/06/2024 a 19:55

    Educação Cristã

    Postado por Eliene no 03/06/2024 a 15:33

    Considerando o que é ‘Educação’ enquanto processo instrucional transformador das pessoas e, particularmente a conceituação e definição da ‘Educação Cristã’ e, ainda, o que são as metodologias ativas de aprendizagem, com as quais é possível construir um processo instrucional que pode ser denominado ‘Educação Cristã ativa’, observando os modelos de ações denomninados ‘estratégias de metodologias ativas de aprendizagem’, faça uma avaliação do modelo de educação cristã adotado em sua igreja local e, então, diga:

    – Possível aplicar as estratégias de metodologias ativas de aprendizagem no contexto da educação cristã de sua igreja local? Se a respota é positiva, quais seriam as melhores estratégias? Se negativa, porque tais modelos não são viáveis em sua igreja local?

    Sim, é possível aplicar as estratégias de metodologias ativas de aprendizagem no contexto da educação cristã em minha igreja. Mas isso vai depender muito dos professores terem o interesse por novos métodos. É possível quando todos estão envolvidos nessa maneira de trazer o ensinamento para as nossas igrejas.

    Esses métodos são valiosos para o desenvolvimento do ser humano .Contudo, requer quebrar paradigmas nas igrejas. Ainda estamos acostumados em só receber informações.

    Na minha igreja podemos trazer essa ideia para todos os professores da EBD. Fazendo workshop, cursos, que possam mostra a importância dessas novas metodologias de ensino. É importante trazer essas novas estratégias de ensino ,para potencializar o processo de desenvolvimento do cristão.

  • Daniel

    Member
    05/06/2024 a 20:54

    Possível aplicar as estratégias de metodologias ativas de aprendizagem no contexto da educação cristã de sua igreja local? Se a resposta é positiva, quais seriam as melhores estratégias? Se negativa, porque tais modelos não são viáveis em sua igreja local?

    As metodologias ativas de ensino trazem consigo uma importância fundamental para a nova forma de entrega do “saber” aos aprendentes. Essa metodologias foram pensadas como forma de tornar o ensino mais horizontal e participativo para todos, buscando colocar o estudante no patamar ativo do saber, sem hierarquizar o professor como detentor exclusivo do conhecimento. Podemos perceber um incentivo a participação ativa dos estudantes na construção de seus conhecimentos.

    Quando pensamos no contexto da educação cristã, todas essas metodologias podem ser bastante úteis no processo ensino-aprendizagem que tange o amadurecimento cristão dos membros de uma comunidade de fé, dado que a educação é algo que norteará toda a vida dessa pessoa aprendente, até sua vida eterna nos céus. Entretanto, sabemos que é um processo dinâmico e muito complexo e que exige esforço de ambos os lados para direcionar as ações propostas pela aprendizagem ativa.

    Em minha igreja percebo que tenho aplicado algumas dessas metodologias ativas e fico muito atento a três lacunas que Odayr Olivetti aponta em seu livro “Aprimorando a escola dominical“: fixação, frutificação e crescimento. Por fixação define a retenção do conteúdo básico das lições ou cursos ministrados. Frutificação refere-se aos resultados práticos dos ensinamentos ministrados, resultados que deveriam aparecer, concretamente, no comportamento dos alunos, em serviços prestados e no desenvolvimento e aplicação de seus dons e habilidades. Crescimento refere-se ao constante progresso dos alunos; progresso no conhecimento que influi no aperfeiçoamento do caráter e dos serviços prestados ou por prestar.

    Pessoalmente, acredito que as metodologias são possíveis de serem aplicadas em minha igreja local, com ressalvas ou adaptações em determinados tipos propostos pelo artigo. Vejamos cada um para entender como elas se adequariam a realidade atual da minha igreja local:

    – Aula expositiva dialogada

    Esse tipo considera a participação ativa dos estudantes, cujo conhecimento prévio deve ser considerado e pode ser tomado como ponto de partida. Essa metodologia é possível de ser aplicada e até é realizada em alguns momentos nas salas de educação da igreja local. Na medida do possível, são apresentadas situações hipotéticas dentro da lição para estimular o debate e o dialogo a fim de fomentar o compartilhamento de ideias e nortear possíveis caminhos de solução. Realmente percebo protagonismo dos alunos, a construção em grupo e a capacidade de mediação do docente. Mas, vejo que o desafio nesse ponto é o estímulo dos alunos de já irem a aula com o prévio conhecimento do assunto que será estudado, a prática da leitura e da preparação é um desafio em vários sentidos e em todas as idades. Não existe uma cultura estabelecida pela maioria da leitura da lição em casa para somar com os demais alunos no momento da aula, pois ainda que lhes deem a oportunidade de participarem não possuem bagagem para discutir os assuntos.

    – Estudo de textos

    Consiste na exploração de ideias do autor a partir do estudo crítico de um texto e/ou na busca de informações e exploração de ideias dos autores estudados. Esse método também é possível de ser realizado na igreja, não vejo problema, até porque já realizei estudos indutivos com os adultos e também trouxe textos de alguns autores para analisarmos. Entretanto, percebi uma dificuldade grande das pessoas organizarem as ideias e extrair o que de fato precisava do texto, tendo que auxiliar bastante em alguns casos.

    – Tempestade cerebral

    Estimula a produção de novas ideias de forma espontânea e natural, deixando funcionar a imaginação. Esse método parece interessante, mas pessoalmente não aplicaria na minha igreja local, pois exige um cuidado muito grande dos professores ficarem atentos para que as ideias não saiam do controle ou que ultrapassem os limites possíveis da doutrina bíblica. Dado um contexto de pessoas em que a maioria possui alto grau de instrução esse tipo de método pode fomentar desejos que vão além do que se pretende explorar no estudo realizado naquele dia. Acredito que exige muito mais dos docentes do que dos próprios alunos.

    – Estudo dirigido

    Ato de estudar sob a orientação e direta da pessoa docente, visando sanar dificuldades específicas. Acho esse método bem interessante e agrega bastante na aprendizagem da igreja, pois pode fechar lacunas que algumas pessoas possuem em determinados assuntos. Tenho tentado resolver essas questões com aulas de revisão e avaliações em grupo para ajudar inclusive na fixação do conteúdo.

    – Seminário e Simpósio

    Consiste na reunião de palestras e preleções breves apresentadas por várias pessoas sobre um assunto ou sobre diversos aspectos de um assunto. É um espaço onde um grupo discute ou debate temas ou problemas que são colocados em discussão. Acredito que mediante a dinâmica da escola bíblica de minha igreja se torna complicado aplicar essa metodologia dentro do período curto de aula, talvez teríamos que envolver isso em outro dia, o que levaria a outra dificuldade, a participação dos membros. Entretanto, esse ano conseguimos organizar um workshop sobre escatologia envolvendo 4 dias seguidos de aula, o que considero um grande avanço em participações fora do horário convencional de cultos da igreja.

    – Painel

    Consiste na discussão informal de um grupo de pessoas aprendentes indicadas pela pessoa docente para apresentarem pontos de vista diversos na presença de outras pessoas. Tenho aplicado em alguns momentos esse método com todas as faixas etárias, ainda que com os mais novos esse procedimento se torna mais factível, porque está dentro da vivência deles de escola, o que os deixa mais confortáveis. Porém, os adultos tem desenvolvido bem essa atividade, indo à frente, em grupo, e debatendo sobre temas, com o intuito de desenvolver a capacidade de falar em público e defender um assunto que lhe foi dado. É aqui que percebo também nos alunos a dificuldade de colocar em palavras as argumentações teológicas para as lições estudadas.

    – Oficina

    Caracterizada pela reunião de um pequeno número de pessoas com interesses comuns, a fim de estudar e trabalhar para o conhecimento ou aprofundamento de um tema. Nesse tipo de metodologia tenho alcançado mais os alunos adolescentes, pois eles tem se organizado para estudar temas específico, sob minha orientação fora do horário convencional de cultos. Mas, vejo uma grande dificuldade de aplicar isso em sala como a de adultos.

  • [email protected]

    Member
    05/06/2024 a 21:10

    Resposta 1

    Sim Com certeza é possível aplicar estratégias de metodologias ativas de aprendizagem no contexto de Educação Cristã em minha igreja local.

    Aja vista que trata-se de uma igreja que está vivendo um momento diferente neste tempo, aqui na minha igreja local. Estamos com um corpo de membros onde em quase sua totalidade se trata de irmãos com uma idade bem amadurecida, e estratégias ativas de aprendizagem iriam sim dar uma sacudida no corpo desta igreja e muitos iriam descobrir que ainda teem muito a aprender e oferecer ao reino, e isto de uma forma que sabe lúdica.

    Outro motivo pelo qual daria certo é fato de estarmos com um projeto de escolinha de voley e futsal que contemplam cerca de 80 Juniores e adolescentes da comunidade local, que não são filhos de membros da igreja, salvo quatro adolescentes. Então com certeza metodologias ativas de aprendizagem Cristã tendem a corroborar com o avanço do ministério aqui e transformação de vidas , desde os mais idosos aos que fazem parte da escolinha de futebol e voley evangelistico.

    Resposta – 2

    Acredito que um modelo de Educação Cristã Ativa, seria trazer as crianças da escolinha para dentro do contexto igreja, alguns já fazem parte da EBD aos domingos, mas talvez ainda estejamos vivendo um pouco de uma educação bancária, onde só o professor falar, e alunos interagem pouco, claro que isto devido o tradicional ensino que sempre foi desenvolvido e que até certo tempo dd fato tocava e mudava vidas em salas de ebd ao longo de anos. Mas a proposta de um educação cristã ativa, onde professor se torna de certa forma apenas um mediador do que se está ensinando por meio da palavra de Deus, fará com que cada aluno se sinta importante e valorizado dentro do procede ensino bíblico.

    Acredito que levar uma educação cristã ativa para sala de adultos na ebd, irá resgatar valores, dons, e talentos adormecidos.

    Penso que atividades metodológicas como professor e aluno em uma roda de discussão ao invés de um professor a frente de pé lendo e explicando texto pode gerar mais envolvimento do de cada um. Quem sabe aulas ministradas referentes a lição desenvolvida com jogos de palavras e atividades de perguntas e respostas podem fixar mais o conteúdo cristão na mente e coração de cada um.

    Enfim penso que cada igreja tende a crescer com a aplicabilidade de metodologias ativas na educação cristã.

  • luiz

    Member
    06/06/2024 a 10:55

    <font size=”3″>Possível aplicar as estratégias de metodologias ativas de aprendizagem no contexto da educação cristã de sua igreja local? Se a resposta é positiva, quais seriam as melhores estratégias? Se negativa, porque tais modelos não são viáveis em sua igreja local?</font><font size=”3″> </font>

    <font size=”3″> É possível utilizar as metodologias ativas para o aprendizado da igreja, pois essas ferramentas focam os professores em alternativas para transmitir o melhor conhecimento para a igreja.</font>

    <font size=”3″> Os melhores modelos que acho que se encaixam em minha comunidade são: </font><font size=”3″>Tempestade cerebral</font><font size=”3″> o qual consiste numa possibilidade de estimular a produção de novas ideias de forma espontânea e natural, deixando funcionar a imaginação, por meio de deferentes ideias; o Painel que é</font><font size=”3″> uma prática de ensino dinâmica que envolve a troca de ideias de um conjunto de indivíduos selecionados pela pessoa instrutora (que possuem conhecimento sobre o assunto abordado, interessados ou envolvidos com a questão em debate), visando compartilhar diferentes perspectivas na frente de outras pessoas </font><font size=”3″>e a </font><font size=”3″>Oficina</font><font size=”3″> Essa abordagem de ensino envolve a reunião de um grupo reduzido de indivíduos com interesses semelhantes, com o propósito de estudar e colaborar para a compreensão ou aprofundamento de um assunto, sob a supervisão de um professor. Favorece a melhora na realização de algo, através da aplicação de conceitos e conhecimentos já adquiridos anteriormente.</font>

  • Rosemir Correia da

    Member
    06/06/2024 a 14:53

    No contexto da Educação Crista com certeza pode ser aplicada em minha congregação. Levar conhecimento tanto para crianças como adulto relacionados com a EBD não só a nível de conhecimento mas também a nível de crescimento. interagir em sala de aula e importante para o desenvolvimento das nossas crianças, assim elas se tornaram adultos mais proativos. Como disse nosso professor: “as algemas não te prende mas limita seus movimentos”, a falta de conhecimento nos limita a andar como Cristo quer que andamos.

  • Cleiton

    Member
    07/06/2024 a 12:13

    Sim é possível aplicar as metodologias e com todo certeza auxiliaria muito na evolução de aprendizagem ao passo que eu também sou membro de uma igreja Batista, novas técnicas, procedimentos e processos instrucionais, ajudando com isso a interação das pessoas que seja um ambiente de muito mais aprendizado e envolvimento motivando-os a se interessarem mais na busca contínua do saber.

    As metodologias ativas aplicadas hoje tem evoluído indo muito além da simples memorização como antigamente, o discente passa a examinar, refletir, relacionar e atribuir significados às descobertas por isso cabe aos educadores da igreja local as melhores estratégias que irão ajudar os cristãos em seu aprendizado e desenvolvimento. Dentro do contexto existem algumas estratégias ativas já utilizadas pelas igrejas batistas que são muito eficazes como, aula expositiva dialogada que consiste como exposição do tema abordado por estudos ou revistas pré-determinadas com a participação ativa dos estudantes, estudo do texto que parte das ideias do autor levando a um dialogo enriquecedor de aprendizado, tempestade cerebral que consiste em explorar novas ideias deixando que elas fluam naturalmente não havendo certo ou errado sobre um tema ou assunto deixando para explicações posteriores, estudo dirigido que cabe ao docente a direção para sanar dificuldades específicas relacionados ao aprendizado ativo, seminário essa estratégia seria um local de debate onde o grupo discuta temas e problemas colocado em foco pelo docente divididos em: preparação, desenvolvimento e relatório, simpósio que apresenta uma estratégia de metodologia ativa voltada para reunião e palestras breves sobre um assunto ajudando no desenvolvimento de habilidades espirituais, sociais e investigação ampliando o conhecimento sobre um conteúdo específico, dentre outras estratégias é necessário e primordial a capacitação dos docentes aos quais irão aplicar as estratégias para uma educação cristã ativa em sua igreja local, levando a evolução e busca do conhecimento para implementar tais estratégias didáticas no contexto pedagógico.

  • GUSTAVO

    Member
    07/06/2024 a 20:39

    – é possível aplicar as estratégias de metodologias ativas de aprendizagem no contexto da educação cristã de sua igreja local? <div>


    <div>

    Sim.


    Se a resposta é positiva, quais seriam as melhores estratégias?


    Com exceção do momento de exposição bíblica no culto público, em todos os outros momentos, todas as estratégias são cabíveis, tendo em vista um grupo comum para um desenvolvimento avaliável. Nesse sentido, cada metodologia pode ser escolhida de acordo com a necessidade real do grupo. Por exemplo, para o desenvolvimento de habilidades para exposição de sermão, o docente pode lançar mão do seminário, simpósio ou do painel. Para isso, é necessário que haja um conhecimento de cada um do grupo para, até mesmo, utilizar-se de metodologias diversas em uma mesma aula para seus devidos objetivos. A pbl, aprendizagem baseada em problemas, por exemplo, é uma metodologia ativa que pode ser utilizada para proporcionar uma “aprendizagem significativa” (Ausubel, 1980) sobre a compreensão de livros históricos ou de compreensões mais objetivas ou teológicas. Ou seja, é importante, sim, que os docentes da igreja conheçam tais metodologias para que possibilitem sua participação na construção do conhecimento bíblico em diferentes abordagens. Mas que também conheçam seus alunos, com suas necessidades, e os objetivos educacionais propostos pela igreja.


    Se negativa, porque tais modelos não são viáveis em sua igreja local?



    </div></div>

    • This reply was modified 1 week , 2 days Há by  GUSTAVO.
  • Allison

    Member
    07/06/2024 a 21:33

    Conforme o autor do texto disponibilizado, é necessário que se criem condições para que haja uma participação mais ativa das pessoas aprendentes e isto implica na mudança da prática instrucional e no desenvolvimento de estratégias que garantam um aprendizado mais interativo e contextualizado com as situações da vida real. Neste sentido a inovação nos métodos da educação cristã aplicado no âmbito das igrejas batistas é uma ação necessária, sendo a inovação uma forma de transformar a educação cristã.

    Concordo com o quando o texto menciona que o grande desafio da educação cristã é lidar com a pessoa humana da atualidade, com todas as suas especificidades e particularidades, compreendendo e valorizando sua autonomia na construção de saberes e, assim, estabelecer estratégias e metodologias que possibilitem uma práxis educacional cristã capaz de alcançar a formação de uma pessoa cristã crítica, criativa, reflexiva e colaborativa, capaz de comungar com outras pessoas, enfrentar e resolver problemas próprios e das pessoas semelhantes.

    Sendo assim, percebo que é possível ou já até se aplicam algumas das metodologias de aprendizagem ativa importantes no desenvolvimento deste processo, apresentados pelo autor. Em nossa igreja, temos a Escola Bíblica Dominical, onde há classes com temas diversos, que possibilita a membresia escolher o assunto de seu interesse.

    Com relação à Aula expositiva dialogada, considero que é uma estratégia já adotada em nossa igreja, onde é possível perceber que é aplicada a aula expositiva, onde o professor apresenta um tema, para provocar os seus alunos, e expõe o estudo propondo o diálogo e a participação de sua turma.

    A estratégia chamada Estudo de textos, é adotada fazendo uso de revistas de editoras cristãs ou livros também cristãos, onde os alunos são instigados a ler para que o debate seja mais proveitoso durante as aulas.

    A Tempestade cerebral pode ser mais explorada, para despertar nas pessoas aprendentes uma imediata vinculação ao objeto de estudo e pode ser utilizada como forma de coletar-se sugestões para resolução de problemas dentro do contexto da temática apresentada durante o processo de construção de saberes, possibilitando à pessoa docente retomar a teia de relações e avaliar a criatividade e a imaginação, assim como os avanços das pessoas aprendentes sobre o assunto em estudo.

    O Estudo dirigido é bastante utilizado em um programa de cursos temáticos para pequenos grupos chamado Universidade da Família, onde semanalmente os grupos se reúnem para estudar temas e apresentar e discutir atividades que devem ser realizadas entre um encontro e outro. Trata-se de um rico espaço para que os participantes possam participar e aprender com as experiências dos professores e dos irmãos que formam o seu pequeno grupo.

    As estratégias de Seminário, Simpósio, Painel e Oficina não são utilizadas e nossa igreja.

  • ISAAC

    Member
    08/06/2024 a 19:34

    Possível aplicar as estratégias de metodologias ativas de aprendizagem no contexto da educação cristã de sua igreja local? Se a resposta é positiva, quais seriam as melhores estratégias? Se negativa, porque tais modelos não são viáveis em sua igreja local?


    Considero plenamente possível aplicar novas estratégias no contexto do ensino de minha igreja. Ao analisar o conteúdo estudado, notei, pelo menos duas estratégias que já são adotadas: a 1) aula expositiva dialogada e 2) estudo dirigido; métodos estes que entendo, mediante estudo do conteúdo desta disciplina, aprimorados, relembrados e reforçados para melhor desenvolvimento, tanto do docente, quanto do discente. Como metodologias a serem aplicadas, considero que seminários e simpósios seriam muitíssimo bem vindos. Considero também de suma importância a capacitação do corpo docente, para melhor realizar o ofício, e assim, proporcionar uma educação verdadeiramente transformadora e ativa, em que o discente pode aplicar o que foi aprendido em sua vida cotidiana.

  • [email protected]

    Member
    09/06/2024 a 14:46

    Sim, existe essa possibilidade, tendo em vista a realizada da minha igreja local e entendendo o conceito de metodologias ativas, que é proporcionar uma educação onde o aluno aprenda de forma participativa por meio de situações-problemas, poderemos trabalhar com textos bíblicos que retratem situações do cotidiano, aulas expositivas e dialogais, criação de oficinas, estudos dirigidos, e buscar capacitar os professores a fim de aplicar esse modelo de educação.

  • [email protected]

    Member
    09/06/2024 a 17:40

    É Possível aplicar as estratégias de metodologias ativas de aprendizagem no contexto da educação cristã de sua igreja local? Se a resposta é positiva, quais seriam as melhores estratégias? Se negativa, porque tais modelos não são viáveis em sua igreja local?

    Sim, é possível e na verdade, extremamente necessário. Com o avanço da tecnologia e o acesso a mais informações, diferente da época de Cristo em que as pessoas tinham boa memorização; hoje em dia as pessoas não aprendem tanto pelo processo de memorização, sendo necessário outras estratégias para transmitir conhecimento e fomentar aprendizagem.

    > Umas das melhores maneiras de se aplicar seria testando aquele que mais se adequa ao público alvo. Desde a “Tempestade Cerebral” que pode ser utilizada em contextos como EBD, sem levar a resposta pronta, mas estimulando o protagonismo.
    > “Estudos de Caso”, tanto de textos e autores, quanto os próprios personagem bíblicos e suas histórias incríveis, das quais é possível tirar bastante lições aplicando no contexto atual.
    > Além das brilhantes sugestões apresentadas pela autora da obra, como educador, também gosta da metodologia proposta por David Ausebel (TAS – Teoria da Aprendizagem Significativa) que inclusive foi usada por Paulo no Areópago em Atenas, ela consiste em atrelar no novo conhecimento que se deseja ensinar a alguém conhecimento que já esteja enraizado no memória do nosso aluno. Paulo pegou o conhecimento de uma altar ao deus desconhecido, os moradores daquela região e visitantes já conheciam aquele autor, então Paulo sabiamente associa o novo conhecimento que ele queria ensinar e atrele esse novo conhecimento ao altar ao deus desconhecido que eles já conheciam. Desta forma, toda vez que os atenienses olhassem para aquele altar, iriam se lembrar do Deus que Paulo ensinou. Isso foi fantástico.

  • Samuel

    Member
    09/06/2024 a 17:45

    Possível aplicar as estratégias de metodologias ativas de aprendizagem no contexto da educação cristã de sua igreja local? Se a respota é positiva, quais seriam as melhores estratégias? Se negativa, porque tais modelos não são viáveis em sua igreja local?

    Sim, no contexto da minha igreja local, é possível que novas metodologias de aprendizado sejam adotadas, entre elas, metodologias ativas que visam o protagonismo do aluno em seu próprio processo de ensino aprendizagem.

    Apesar de ser uma mudança difícil de ser implementada, tendo em vista o engessamento do modelo atualmente vigente, é possível que, com esforço, o processo de ensino aprendizagem seja revolucionado de forma a colocar o aluno no centro de seu próprio processo de aprendizagem, por meio de mudanças no estilo de escola bíblica dominical principalmente, fazendo com que o aluno discorra a respeito de suas próprias experiências no que for compatível com o tema abordado na aula. É possível também que os próprios alunos ministrem aulas previamente delimitadas e distribuídas pelo professor guia da classe. Os alunos têm que entender também que, os temas abordados em sala de aula são temas que dizem respeito à vida prática e por isso devem sempre se colocar no lugar de aprendizagem, ode as situações de suas próprias vidas lhe ensinam algo se forem enxergadas à luz da palavra de Deus.

  • Josué

    Member
    09/06/2024 a 18:20

    O modelo de educação adotado pela igreja da qual faço parte, é mais bem percebido como um modelo tradicional de educação, onde majoritariamente a centralidade está no professor que expõe o seu conteúdo, com pouca participação individual do estudante no processo de aprendizagem. Quando se trata do ensino dos mais jovens, e especialmente, o voltado para as crianças, esse modelo tende a sofrer uma variação, com mais dinamismo e aplicação de recursos metodológicos ou didáticos, que por vezes, podem incluir uma participação mais ativa dos estudantes.

    A partir da leitura realizada, fica claro que a implementação de um modelo de educação cristã ativa, tal como exemplificado na leitura, não somente seria o ideal para potencializar a aprendizagem dos estudantes de escola bíblica e outros momentos de aprendizagem gerados por minha igreja, mas na verdade seria uma meta alcançável, sendo o maior obstáculo, talvez, a capacitação das pessoas docentes para aplicação de um modelo assim. Solucionada essa dificuldade, é possível a aplicação deste modelo em minha igreja.

    Assim, deveríamos começar, da minha ótica, pela formação dos nossos professores, oferecendo a eles, além desse pensamento crítico em relação ao seu ensino, os recursos, os materiais e o suporte para aplicação de tal forma de ensino e aprendizagem. Então, tomando emprestado os exemplos citados no texto, poderíamos começar a aplicação pelos docentes, e depois através deles, aos alunos, para que haja apropriação dessas técnicas, entre outras, destacando-se a aula expositiva dialogada, a tempestade cerebral e o seminário.

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