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    10/05/2024 a 16:08

    1- O texto em questão discorre acerca da necessidade da gestão em todas as áreas eclesiásticas da igreja. O pastor, o líder, o gestor ou administrador não deve se omitir das responsabilidades que emana das atribuições conferidas à aquele que se propõe, ou entende o chamado de está afrente de uma igreja, independente de qual seja sua linha doutrinária, a Igreja é parte fundamental na sociedade, uma vez que esta cumpri papeis relevantes, não apenas na área espiritual, mas social, econômica dentre outras. Hoje mais que nunca o gestor de uma igreja, precisa está mas preparado até, que um administrador de empresas, aja vista que administrar uma igreja é algo desafiador, e ao mesmo tempo prazeroso, pois diz respeito a cuidar dos serviços na casa do Senhor, e isto de forma estratégica que venha corroborar com o avanço da igreja, pois a igreja não pode ficar distante da realidade hoje vivida, a bem de que a Igreja possa cumprir cabalmente aquilo que Deus espera da mesma. Cabe ao gestor da igreja observar pontos indispensáveis ao bom andamento e crescimento da igreja.

    2-

    • O Estado da Arte- conhecido também como Estado do Conhecimento, este é o mapa que permite continuar caminhando, porque levanta dados de um determinado momento, afim de se ordenar periodicamente um conjunto de informações já obtidos, para a partir daí, estrategicamente elaborar, um formato interdenominacional que venha suprir as vertentes necessárias para a partir destas informações poder gerir com excelência a Igreja Cristã.

    •Definição de Gestão e Gestão Eclesiásticas.

    A etimologia do termo gestão discorre latim ‘gestio’ que significa Ato de Administrar, ou gerere que denota gerenciar, levar, realizar, contudo está palavra é apena um sinônimo de administração como simplifica o dicionário. É uma prática diferenciada e necessária nas igrejas cristãs, tanto nos procedimentos administrativos como todos os demais elementos que constituem da estrutura da igreja. Somando princípios, ética e competências equilibradas pelo poder de Deus, sem ignorar os direitos legais utilizando técnicas e procedimentos amplos e eficazes dentro da forma de governo.

    • Papel do Gestor

    Não é preciso assumir o ministério, para assumir a função de gestor na igreja, mas é essencial ser um cristão guiado pelos princípios bíblicos das sagradas escrituras, e possuir habilidades para analisar, prever, organizar, Empreender, comandar, motivar, ordenar, avaliar, suprir, e o principal de todos uma vida relacional com Deus.

    • Igreja Entidade do 3° Setor

    A Igreja movimenta também diretamente a economia de um país, por meio de políticas públicas pode desenvolver o trabalho social que por vezes o estado não faz. O crescimento da sociedade decorre muitas vezes de como a igreja está inserida na sociedade, igreja consegue diagnósticar a necessidade de sua comunidade, ou melhor o gestor precisa dialogar com a sociedade para daí desenvolver políticas públicas capazes se corroborar enquanto igreja.

    A Igreja consegue entrar em cena e desenvolver um papel primordial que caberia ao estado, mas o estado não tem o viés cristão capaz de não apenas a ajudar no tratamento físico de um enfermo, mas também da alma.

    •Planejamento Estratégico sua implementação e controle.

    O planejamento no nível estratégico é o mais indicado para gestão de igrejas. O mesmo pode ser dividido em três níveis: Estratégico, Tático, Operacional. Cada um deste tem seu nível de desenvolvimento.

    Estratégico- Envolve a liderança máxima nas decisões, observando questões de longo prazo na definição das metas para organização como um todo insterna e externamente.

    Tático- promove um controle eficiente entre o níveis estratégicos e operacionais, observando as diferentes áreas das organizações, estabelecendo o plano financeiro e marketing.