Acessar AVA Forums 3º Fórum de Prática Ministerial 3º Fórum – Prática Ministerial Responder a: 3º Fórum – Prática Ministerial

  • JANETTE

    Member
    10/05/2024 a 19:20

    O estado da arte ou Estado do Conhecimento, se refere ao levantamento de pesquisas acadêmicas de um tema específico, afim de se ordenar periodicamente um conjunto de informações já obtidos, para a partir daí, estrategicamente elaborar, um formato interdenominacional que venha suprir as vertentes necessárias para a partir destas informações poder gerir com excelência a Igreja Cristã.

    A gestão eclesiástica é a administração baseada nos princípios das Escrituras Sagradas, buscando orientar o gestor cristão a analisar, prever, organizar, liderar, motivar, coordenar, avaliar, controlar e suprir todas as áreas da igreja, incluindo finanças, administração, recursos humanos e jurídicos. É fundamental somar recursos, espaços, eventos e estratégias para alcançar os objetivos de crescimento e realizar a visão da igreja a curto e médio prazo.

    O gestor cristão não
    precisa exercer o ofício sacerdotal para se um gestor na igreja, mas precisa
    ser uma pessoa orientada pelo Espírito de Deus e pelas Sagradas Escrituras,
    aliado com todas as habilidades necessárias de um bom gestor, tais como: comunicação
    eficaz, liderança, capacidade de tomar decisões assertivas (ainda que sobre
    pressão), saber priorizar tarefas, gerenciar o tempo de forma eficiente,
    delegar responsabilidades de maneira adequada, ter a capacidade de identificar,
    analisar e resolver problemas de forma criativa e eficaz, ser capaz de
    construir e manter relacionamentos positivos e ter uma compreensão clara dos
    objetivos do Reino de Deus e ser capaz de desenvolver e implementar estratégias
    para alcançá-los a longo prazo.

    a autora informa que o
    Planejamento no nível estratégico é o mais indicado para Gestão de Igrejas, e
    essa gestão precisa ser empregada como instrumento dinâmico, capaz de eliminar, gerar decisões e soluções antecipadas sobre a linha de atuação a ser seguida, projetando e definindo as estratégias próprias, que mais se enquadram todos os setores eclesiásticos, conforme o perfil diagnosticado, identificando os recursos necessários para implantar cada estratégia, determinando os prazos, distribuindo funções e responsabilidades.