Responder a: Governo Eclesiásticos e Ordenação ao Ministério Pastoral

  • GUILHERME

    Member
    15/04/2024 a 11:34

    1 – Trabalhando os Modelos de Governos Eclesiásticos:

    O modelo de governo das Igrejas Batistas no Brasil costuma trazer uma maior participação dos membros da congregação em todas as decisões tomadas. Sendo considerado um dos sistemas de governos mais “democrático” suas decisões são regidas por assembleias e comissões que costumam ter a participação de membros “leigos” da congregação. Em minha reflexão pessoal, é o melhor sistema de governo pois decentraliza o poder de decisão de assuntos administrativos, sendo a maior parte deles, discutidos com toda a Igreja. Entretanto, grande parte das decisões pastorais ainda se toma mediante o conselho de pastores, sendo visto com respeito, por grande parte da congregação.

    2 – Trabalhando os aspectos da Ordenação ao Ministério Pastoral:

    De fato os novos movimentos religiosos têm dado o púlpito a membros despreparados para assumi-lo. Com o advento das redes sociais, cada vez mais “ministros” auto intitulados pastores têm aparecido com a suposta autoridade colocada sobre eles e falando coisas que revelam sua incapacidade de exercer tal cargo. Minha reflexão sobre o tema é que a ordenação pastoral deve ser algo levado a sério pelas igrejas, e o desafio no Brasil é tornar o cargo pastoral e a ordenação de candidatos algo realmente crível, passando por uma seleção real mediante a Igreja, os pastores e as convenções existentes. As Igrejas Batistas, da qual eu faço parte, não podem entregar a ordenação para seminaristas mal preparados, embuídos de secularismo e neopentecostalismo, mas devem entregar a ordenação para pessoas preparadas, dotadas de conhecimento da Palavra e certas de seu ministério, já atuando com firmeza na Igreja local e sendo reconhecidos pelos membros e pelos pastores como figuras de autoridade e confiança.